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Cesta básica em Petrolina registra queda de 0,39% em fevereiro; veja variações

Entre os produtos pesquisados em Petrolina, o feijão registrou a maior alta, com aumento de 14,06%. Adobe Stock A cesta básica em Petrolina, no Sertão de Per...

Cesta básica em Petrolina registra queda de 0,39% em fevereiro; veja variações
Cesta básica em Petrolina registra queda de 0,39% em fevereiro; veja variações (Foto: Reprodução)

Entre os produtos pesquisados em Petrolina, o feijão registrou a maior alta, com aumento de 14,06%. Adobe Stock A cesta básica em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, registrou queda no preço no mês de fevereiro de 2026. Segundo pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape), o custo da cesta teve redução de 0,39% em comparação ao mês de janeiro, passando a custar R$ 604,56. 📱:Baixe o app do g1 para ver notícias de Petrolina e Região em tempo real e de graça Entre os produtos pesquisados em Petrolina, o feijão registrou a maior alta, com aumento de 14,06%. Segundo a pesquisa, a elevação ocorreu em função de uma oferta restrita, causada tanto pela menor área plantada na comparação com 2025 quanto pelas dificuldades de colheita em razão do clima chuvoso. O tomate também apresentou aumento de preço, relacionado ao fim da safra de verão e à menor oferta de tomates com melhor qualidade, devido a problemas causados pelas chuvas. Por outro lado, alguns alimentos registraram queda de preços. No caso da banana, os valores variaram ao longo do mês, com cotações mais elevadas até o período do carnaval, quando há maior demanda. Na segunda quinzena, o aumento da oferta e a redução da demanda contribuíram para a queda de 10,01% no preço da fruta. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o açúcar continua apresentando desequilíbrio entre maior oferta e menor demanda, o que fez os preços caírem pelo segundo mês consecutivo. Já o arroz teve redução de preços com o avanço das importações, enquanto produtores brasileiros ainda mantêm estoques à espera de valores mais altos. Em 12 meses, o preço do arroz caiu mais de 31%. O estudo reforça que há grandes variações nos preços coletados, sendo importante que os consumidores comparem os valores antes de ir às compras para economizar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

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